Não se resume a nada aquilo que a gente faz.
Fazemos por acreditar,
nos fazer feliz e nada mais.
Não fazemos "porque não",
apenas "porque sim"...
Fazemos por nos fazer bem.
Espero que não apenas pra mim.
Não fazemos por sermos infelizes,
ou por acharmos que isso vingue...
não fazemos porque deu,
porque aconteceu,
nem por deslize.
Fiz porque quis.
Porque me bastou.
Porque vivi.
E não vou usar como desculpa o fato que bebi.
Posso até me deixar levar por esse ver romanceado
de bom moço e querer bem...
por ser da água e saber que o carinho me fazer refém.
Fiz porque me bastou,
era suficiente sem ter que debater.
Foi o que eu precisava...
naquela hora que não se sabe o que se pode querer.
Não te julgo por herói,
nem por frouxo ou coisa assim...
Gosto desse querer bem
de quem quer o bem a mim...
Só acho complicado quando quero te entender
por não saber por onde,
nem como,
nem por quê.
Entenda que te quero bem a qualquer preço,
só pelo simples apreço,
nada mais.
Te quero pelo bem que conversar com você me faz.
Não se resume em traçar
ou o que se acredita como perfeito ato....
Se resume em saber o que se basta por tato.
(É o afago, é o olhar, é o que se tem vontade de fato.)
Mas se disser que compreendo
passaria a vida mentindo.
Quero tanto me explicar
que tô até forjando rima pra lindo.
O que eu quero que se entenda é que não se resume a nada,
porque não se ganha jogo em uma jogada.
Não espero justificativa,
nem recompensa sem demora.
Fiz só "porque sim",
porque me bastou
e me basta ainda agora...
terça-feira, 14 de agosto de 2012
Não se resume a isso...
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário